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FILMES

INVENCÍVEL

Título Original: Invincible

Ano: 2001

País: Alemanha/Reino Unido/EUA

Realizador: Werner Herzog

    Actores:

  • Jouko Ahola

  • Udo Kier

  • Tim Roth

  • Anna Gourari

Minutos: 128

Resumo:

Werner Herzog, mítico cineasta alemão, figura daquele que se designou como "o novo cinema alemão", conta aqui a história de um homem ainda jovem, ser humano simples, ferreiro como o pai, que vivia numa pequena e gelada aldeia da Polónia. Zishe Breitbart é também o irmão mais velho de uma pobre e clássica família judia, homem de compleição física excepcional. Por intermédio de um agente em busca de novos talentos para espectáculos circenses, Zishe viaja até à Berlim de 1932 onde os nazis de Hitler começam a dominar o poder político e a sociedade civil. Zishe acaba a trabalhar no espectáculo mais mediático da cidade, onde é dono e pontifica como hipnotizador um homem ambicioso, figura maquiavélica, o áspero Erik-Jan Hanussen. Mas poderia a personalidade simples e generosa de Zishe compatibilizar-se com rituais que mais não pretendiam que levar os outros ao embuste?



    Critícas dos visitantes do Site:





    Título do filme Nome do crítico Cidade Data da Crítica
    Pulp Fiction João Pedro Machado Ermesinde 10/23/2002

    “INVENCÍVEL”, de Werner Herzog CLASSIFICAÇÃO: **** (Muito Bom) É estranho assistir a um filme recente do Werner Herzog... O que eu conheço da sua filmografia, pertence a um passado tão longínquo, que eu julgava até que ele já teria morrido ou, pelo menos, se aposentado... Werner Herzog é um dos meus realizadores favoritos! É um realizador único! Tem um estilo inconfundível, que se mantém neste “Invencível”. Realizador de obras perturbantes, bizarras, com personagens solitárias e marginais... Alguns exemplos marcantes são: “O Enigma de Kasper Hauser” (que narra a história de Kasper Hauser, um homem que viveu, desde a nascença, longe do contacto humano e que se tenta agora “educar” para a civilização; Werner Herzog usa um actor, Bruno S., que, ele próprio, viveu desde a nascença longe do contacto humano; portanto confunde-se realidade com ficção...); “No Reino do Silêncio e da Escuridão” (um documentário sobre pessoas surdas e cegas, a sua relação com o mundo; um filme que incomoda por nos confrontar com os nossos próprios medos; uma cena inesquecível é aquela em que uma mulher conta a forma como ficou cega e surda, por uma simples queda, enquanto brincava em criança...); “Vilões e Anões” (a obra-prima de Werner Herzog!; um grupo de anões prisioneiros; um delírio de Werner Herzog concretizado na perfeição!); “Aguirre, o Aventureiro”; “Fitzcarraldo” (o projecto megalómano de Werner Herzog); “Nosferatu, o Fantasma da Noite” (a sua versão pessoal do clássico “Drácula”, escrito por Bram Stoker, com uma interpretação inesquecível de Klaus Kinski, no papel de Conde Drácula, e de Isabelle Adjani, no papel de Lucy Harker); “A Canção de Bruno S.” (um pequeno grande filme sobre a marginalidade, com três saloios e ingénuos alemães a emigrarem para os E.U.A., onde são explorados e ridicularizados); “Woyzeck, o Soldado Atraiçoado”. Apesar de este “Invencível” possuir algumas fragilidades a nível do argumento (é sempre complicado adaptar um romance literário para cinema: ou se é completamente fiel à obra e, nesse caso, o filme terá que durar muitas horas; ou se constrói um filme diferente, apenas inspirado no romance – geralmente, é o método que consegue melhores resultados; ou se tenta sintetizar, ilustrando a história central, através de algumas cenas definidoras, o que torna o filme demasiado esquemático... Werner Herzog optou por esta última estratégia), é um filme muito bonito (os momentos finais são daqueles de nos pôr a lágrima ao canto do olho...), com uma interpretação superlativa de Tim Roth e um regalo para os fãs de Werner Herzog...! por João Pedro Machado.





    Esperamos a vossa colaboração





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