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    RELATÓRIO MINORITÁRIO

    Título Original: Minority Report

    Ano: 2002

    País: EUA

    Realizador: Steven Spielberg

      Actores:

    • Tom Cruise

    • Colin Farrell

    • Max von Sydow

    Minutos: 145

    Resumo:

    Washington, EUA, ano de 2054. Uma divisão especial da polícia que consegue antever com precisão a ocorrência de crimes e cuja missão é a de deter o criminoso no momento imediatamente antes deste perpetrar o crime, conclui mais uma missão com êxito. John Anderton (Tom Cruise) é detective na divisão e é quando consulta alguns ficheiros que depara com um facto chocante: ele está acusado de ser o próximo indivíduo a cometer um assassínio. Dentro de 36 horas irá matar alguém que nem conhece e é exactamente esse o tempo de que dispõe para provar a sua inocência procurando não cometer esse crime. Será no entanto possível alterar a infalível previsão de um futuro que é pela tecnologia desvendado? Como se explica então que tal possa acontecer?



      Critícas dos visitantes do Site:





      Título do filme Nome do crítico Cidade Data da Crítica
      Relatório Minoritário Daniel Pereira Ramada 11/13/2002


      Relatório Minoritário, de Steven Spielberg; Bom (4 estrelas); O último filme de Spielberg é, muito provavelmente, o filme mais negro e pessimista da sua filmografia (que futuro este?). Um grande argumento (perdendo, no entanto, algum fulgor na recta final) em que o director de uma unidade policial que prevê crimes antes de acontecerem, é ele próprio um futuro criminoso. Se em A.I. se falou na influência que Stanley Kubrick exerceu no trabalho final de Steven Spielberg (até porque o projecto iniciou nas mãos de Kubrick) é neste Relatório Minoritário que realmente se notam as influências do realizador já falecido. Mas não nos enganemos porque apesar das suas influências continua a ser um filme, predominantemente, spielbergiano. O tema família, que é marca comum de Spielberg por razões pessoais, está bem presente. Outro ponto comum nos filmes do realizador, e também patente neste, é como se consegue satisfazer diferentes tipos de público – uma espécie de confronto mainstream vs. auteur. E aqui Spielberg tem como actor principal a super estrela e campeão de bilheteira Tom Cruise (a provar mais uma vez o grande actor que é). Falando de actores destaque-se o fenomenal desempenho de Samantha Morton no papel de Pré-Cog. No entanto, e apesar de todo um marketing mainstream, nota-se a vontade individual de conduzir o projecto (Agora é a minha vez deve ter pensado ao recusar projectos como Homem-Aranha). Assim, e apesar de vários filmes fabulosos que já realizou, é viável pensar que este Relatório Minoritário pode marcar uma nova etapa na sua filmografia. Sendo assim, será este um filme zero? Ou apenas um intercalar de um Spielberg diferente no Spielberg comum? Até porque, ao que consta, Catch Me If You Can é um filme ligeiro e vem aí Indy 4 (poderá esta saga ser negra?). Estas dúvidas apenas existem por o realizador ser tão multi-facetado – e talentoso em cada uma das suas facetas – suscitando, desta forma, o interesse por tudo o que o rodeia. Assim, o sentimento que reina é já de saudade. De mais um filme pois claro. Para todos...porque é Spielberg. O melhor: Steven Spielberg. O pior: A última meia hora inferior ao resto. Daniel Pereira



      Título do filme Nome do crítico Cidade Data da Crítica
      Relatório Minoritário João Pedro Machado Ermesinde 11/05/2002


      “MINORITY REPORT – RELATÓRIO MINORITÁRIO”, de Steven Spielberg CLASSIFICAÇÃO: ***** (Excelente) Nunca pensei que este dia chegaria... ou seja, o dia em que eu consideraria um filme de Spielberg merecedor de 5 estrelas... Isto porque a restante obra do mais popular realizador da actualidade não me entusiasma particularmente (não me pronuncio acerca do “Tubarão” e do “E.T.”, que vi na pré-adolescência, não me recordando do meu sentimento em relação a eles...). O “A Lista de Schindler” (****) era, até agora, o melhor filme de Spielberg. Depois do desastre que foi “A.I. – Inteligência Artificial” (**), Spielberg “abraça”, com excelentes resultados, a adaptação de um conto de ficção científica de Philip K. Dick. A ideia central é estimulante: num futuro ano de 2054, é possível prever os assassinatos antes de eles ocorrerem, bem como saber o momento exacto, o nome do assassino e o nome da vítima; há 6 anos que, graças a este sistema, não ocorre nenhum homicídio em Washington; John Anderton (Tom Cruise) é o polícia mais conceituado e mais envolvido neste projecto, é o responsável pela maioria (para não dizer totalidade) das detenções dos pré-criminosos; eis que acontece o inesperado: numa das previsões, o assassino será o próprio Anderton e a vítima um homem que ele nem sequer conhece, mas que, supostamente, irá matar daí a trinta horas... O filme já valeria a pena só por esta ideia, mas, de facto, Spielberg desenvolve-a com notável competência e, pela primeira vez, poupa-nos à pieguice e à sua habitual mensagem politicamente correcta e moralista! Espero que este novo Spielberg esteja para ficar! João Pedro Machado.





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