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FILMES

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    SINAIS

    Título Original: Signs

    Ano: 2002

    País: EUA

    Realizador: M. Night Shyamalan

      Actores:

    • Mel Gibson

    • Joaquin Phoenix

    • Rory Culkin

    • Abigail Breslin

    • M. Night Shyamalan

    Minutos: 106

    Resumo:

    Graham Hess é um ex-padre que perdeu a sua fé desde a trágica morte da sua esposa atropelada por um carro durante um passeio a pé. Ele vive com Morgan e Bo, os seus dois pequenos filhos, e o seu irmão, Merrill, na sua quinta da Pensilvânia, no interior dos Estados Unidos. Uma manhã, alertado pelos gritos dos filhos, Graham Hess descobre que na sua plantação de milho haviam surgido uns gigantescos sinais. Junto com a excessiva grandeza, a perfeição com que os sinais foram delineados torna ainda mais estranha e indecifrável a sua origem. Mas, entretanto, nas rádios e televisões começam a surgir alarmantes notícias sobre a visita de extraterrestres ao nosso planeta. A família Hess, igualmente assolada por outros inexplicáveis acontecimentos, começa também ela a suspeitar que a autoria dos sinais aponta para a presença de alienígenas na sua quinta.



      Critícas dos visitantes do Site:





      Título do filme Nome do crítico Cidade Data da Crítica
      Sinais Daniel Pereira Ramada 11/13/2002


      Sinais; Muito Bom (5 estrelas); PODERÁ TER SPOILERS; Filme de extraterrestres? Também. Se há quem fique deliciado apenas pelo lado série B da questão, há também quem fique fascinado com o poder do argumento construído por M. Night Shyamalan. A minha perdição é o argumento. É espantoso ver nos filmes deste realizador uma narrativa mais do que consistente que agarra o espectador desde o principio (neste "Sinais" oferece-nos de imediato os enigmáticos círculos). Também é característica de Shyamalan que as várias pontas dos seus argumentos acabem no final por se entrosarem todas, proporcionando ao espectador um abrir de boca. Tudo isto está presente em "Sinais" e é isso que faz o filme resultar em pleno. É plausível colocar uma questão: terá o realizador escolhido o melhor meio para chegar ao seu fim? Isto porque na minha experiência pessoal, a pessoa que me acompanhou durante o visionamento ficou com um pé atrás devido a isso mesmo, ou seja, a uma invasão de extraterrestres para através disso fazer uma reflexão sobre a fé. E quando o próprio realizador é um cineasta/entertainer não poderá esta história de extraterrestres afastar todos aqueles que acham o assunto ridículo? Respondendo agora à questão: na minha opinião, é completamente aceitável. Aliás, não é no cinema tudo permitido? E ainda mais quando faz todo o sentido que assim seja? "Sinais" é, então, um filme fabuloso devido, exclusivamente, ao argumento? De maneira alguma. Shyamalan dá a entender que quando escreve os seus argumentos já tem o filme todo dentro da sua cabeça. Tudo é filmado com grande simplicidade. Movimentos de câmara que conseguem tudo. Por vezes o filme comunica apenas com um movimento de câmara. No entanto, e de uma forma quase contraditória, tudo é feito com grande precisão. É a arte de M. Night Shyamalan ao serviço do cinema. Não leva cinco estrelas porque apesar de ser um grande filme não o considero uma obra-prima (como foi "O Protegido" e quase "O Sexto Sentido"). Daniel Pereira



      Título do filme Nome do crítico Cidade Data da Crítica
      Sinais João Pedro Machado Ermesinde 11/06/2002


      “SINAIS”, de M. Night Shyamalan CLASSIFICAÇÃO: *** (Bom) É inegável que este filme tem elementos positivos. É um filme portentoso (infelizmente, também é muito pretensioso!), com uma “mise en scène” cuidada, com boas interpretações (destaque para Joaquin Phoenix), com uma realização sóbria de Shyamalan e com vários momentos de grande intensidade dramática (saliento 3 cenas: a cena, mostrada em “flash-back”, da horrível morte da mulher de Graham; a cena em que é mostrado, pela primeira vez, o ET num video amador brasileiro; e a cena em que, quando pensamos que está tudo bem, subitamente surge, no reflexo da tv desligada, a imagem do ET). Contudo, a maioria das cenas de suspense não surtiram efeito em mim, ao contrário do que acontece, pelo que me consta, com quase todos os espectadores (no género de filmes em que o Mal é mais sugerido do que mostrado, o assustador “Blair Witch Project” continua a ser o mais bem-sucedido exemplar!). Depois, os diálogos são imensamente artificiais de tão académicos (tudo o que é dito é sempre tão adequado, tão perfeito, que torna as situações pouco convincentes). “Last, but not the least”, o que me mais me irritou neste “Sinais” foi a sua propaganda teológica. Um pastor, que perdera a fé com a morte da mulher, recupera-a com um milagre final (que não vou revelar). Que bonito...! Agora, que redescobriu Deus, pode finalmente ser feliz...! Infelizes aqueles que não são crentes...! Apesar de tudo, pareceu-me injusto pontuá-lo com menos de três estrelas... João Pedro Machado.





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