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    UMA MENTE BRILHANTE

    Título Original: A Beautiful Mind

    Ano: 2001

    País: EUA

    Realizador: Ron Howard

      Actores:

    • Russell Crowe

    • Jennifer Connelly

    • Ed Harris

    • Christopher Plummer

    Minutos: 134

    Resumo:

    Premiado com vários Óscares, incluindo os de Melhor Filme, Melhor Realizador (Ron Howard) e Melhor Actriz Secundária (Jennifer Connelly), este filme retrata a vida de John Nash (Russell Crowe), o notável matemático laureado com o Nobel da Economia, que sofrendo de esquizofrenia, enfrenta vários conflitos na sua vida pessoal e profissional. Um filme magnífico com soberbas interpretações.



      Critícas dos visitantes do Site:





      Título do filme Nome do crítico Cidade Data da Crítica
      Beautiful Mind - Uma Mente Brilhante (A) Rui Manuel da Silva Ribeiro Riba de Ave 11/19/2002

      Um a Mente Brilhante

      John Cash, um homem genial, com uma mente fora de série, vive obcecado por desvendar padrões, por arranjar formulas para definir por exemplo movimento padrão dos pombos. Na universidade não perde tempo em ir às aulas, pois acha que são uma perda de tempo. Prefere passar os dias a escrever cálculos em folhas de papel, nos vidros das janelas do seu quarto ou da biblioteca, em busca da equação ou formula que o fizesse projectar, que trouxesse algo de novo, e não fosse apenas um mero trabalho académico. Jonh Cash é esquizofrénico, e como todos os doentes esquizofrénicos, vive de/com alucinações, é um génio, mal ajeitado (então com as mulheres é um desastre). Contudo John Cash acaba por descobrir algo fabuloso – a teoria do equilíbrio. Tudo se despoleta pelo gozo dos amigos e de uma loira... Bom, a partir daqui desenvolve a sua teoria, que na década de 50 lhe dá reconhecimento, e que em 1994 lhe acaba por vir a dar o Nobel. Todo o filme relata a vida de Jonh Cash, uma hist´ria baseada em factos e pessoas reais, que acaba por ser uma mistura de "O bom rebelde", "Simplesmente genial – Shining" e "Teoria da conspiração", e que sem duvida é um hino ao doentes esquizofrénicos, e à sua luta contra a doença. Se por um lado toda a genialidade do matemático Jonh Cash, percorre o filme, a doença dele, os fantasmas e as suas alucinações, são o motor do mesmo. Ao longo do filme Russell Crowe tem um desempenho que não é fabuloso, é genial, brilhante, sublime... Um argumento fabuloso, uma realização fabulosa, uma interpretação fabulosa, bom um filme imperdivel. Atreva-se a descobrir o que é real, e o que é fruto da imaginação!!!



      Título do filme Nome do crítico Cidade Data da Crítica
      Beautiful Mind - Uma Mente Brilhante (A) João Pedro Machado Ermesinde 9/28/2002

      “A BEAUTIFUL MIND – UMA MENTE BRILHANTE”, de Ron Howard CLASSIFICAÇÃO: *** (Bom) O filme é muito bom durante a primeira hora e meia, até ao internamento de John Nash no hospital psiquiátrico, inclusivé; depois do seu regresso a casa, o filme perde o ritmo e, pior do que isso, a credibilidade (é errado apresentar as alucinações apenas como imagens, quando, pelo menos a ideia que eu tenho é que as alucinações são, para os esquizofrénicos, presenças que se relacionam com sentimentos, como culpa, sendo, neste exemplo, incriminatórias, como é a personagem Parcher; se, de facto, John Nash fosse capaz de “amansar” e ignorar as suas alucinações, elas desapareceriam, porque ele estaria curado... Mas posso estar enganado...). Além disso, sou dos que consideram reprovável a omissão das facetas menos “aceitáveis” de John Nash, como a sua bissexualidade, porque me soa a censura... No geral, “Uma Mente Brilhante” é um filme interessante, com alguns bons momentos de suspense, não faltando uma reviravolta (desculpem, mas eu gosto de ser manipulado no cinema...), que é no meio e não no fim, como é habitual. A acrescentar às falhas já referidas, o argumento cai por vezes no sentimentalismo piegas, que fica sempre mal, mas que é sempre premiado pela Academia de Hollywood com óscares. Quanto às interpretações, Russel Crowe exagera, em alguns momentos, na sua composição, mas noutros prova ser um grande actor (apesar de não ser o meu preferido – o Tom Wilkinson no “In the Bedroom – Vidas Privadas” é o que considero merecedor do óscar – não ficava chateado se Russel Crowe vencesse). A Jennifer Connelly conseguiu a proeza de me fazer dar o braço a torcer, já que eu estava decidido a não gostar da interpretação dela, mas, de facto, ela é fabulosa! Dêem-lhe o óscar!







      Esperamos a vossa colaboração





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