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    MOULIN ROUGE

    Título Original: Moulin Rouge

    Ano: 2001

    País: Austrália / EUA

    Realizador: Baz Luhrmann

      Actores:

    • Nicole Kidman

    • Ewan McGregor

    • John Leguizamo

    • Jim Broadbent

    • Richard Roxburgh

    Minutos: 126

    Resumo:

    Nomeado para 8 Óscares em 2002, entre eles Melhor Filme, "Moulin Rouge" é palco de uma história de amor trágica entre uma cortesã (Nicole Kidman) e um escritor (Ewan McGregor). Um musical inovador com uma produção arrojada e cenários luxuosos bem ao espírito do mais famoso clube nocturno parisiense.



      Critícas dos visitantes do Site:





      Título do filme Nome do crítico Cidade Data da Crítica
      Moulin Rouge Rui Manuel da Silva Ribeiro Riba de Ave 11/19/2002

      Moulin Rouge

      Detesto musicais! Até ver Moulin Rouge só Dancer in the Dark com a soberba interpretação (quer em termos de representação, quer vocal de Bjork), me havia e neste caso muito, muito mesmo. Moulin Rouge, superou todas as minhas expectativas, se por um lado a interpretação de Nicole Kidman e de Egwan Mcgregor são muito boas, por outro toda a produção do filme, quer fotografia, guarda roupa, direcção artística, cor, etc, etc, são sublimes, que com a montagem e realização, dão um ritmo alucinante a este filme musical. Outra nota de destaque e que impera pela originalidade, é o facto de as musicas, serem todas conhecidas de todos nós, serem hits que no original foram interpretados por nomes tão diferentes como Madona, Elton John, Queen, David Bowie, The Police, ... e que nos são apresentados em forma de medley, ou seja, apenas algumas partes dos temas eram interpretados, encadeados uns nos outros por forma a que fizessem sentido com o momento em que desenrolava a acção do filme. Se por um lado a história não deixa de ser uma simples e banal história que nada traz de novo, uma vez que o cinema está cheio de histórias de amor impossíveis sem mais nada a acrescentar, - esta é mais uma – a forma como nos é apresentada é deliciosa, com um ritmo estonteante, que nunca me cansou (apesar de ser musical). Um filme a não perder!!!



      Título do filme Nome do crítico Cidade Data da Crítica
      Moulin Rouge Ricardo Costa Pinho -------- 9/25/2002

      Moulin Rouge! é um filme musical escrito e realizado por Baz Luhrmann que conta com um elenco com Nicole Kidman, Ewan McGregor, John Leguizamo, Jim Broadbent e Richard Roxburgh nos principais papéis. O filme tem como cenário o Montmartre boémio do início do século XX, precisamente no ano 1900, e conta a clássica história, já banal, de um rapaz, que é um escritor pobre, que se apaixona por uma cortesã inalcancável de cabaré, Satine. Enquanto isso ele escreve uma peça para um teatro musical que será financiada por um Duque unidimensional que exigirá a posse de Satine. É uma daquelas histórias que conclui que o amor é o mais importante, e que o amor vence todos os obstáculos. O que é uma pena. O filme torna-se assim inteiramente previsível desde os primeiros minutos. Com um argumento original, eu poderia vir a considerar este filme uma obra-prima. Assim é só «quase». Mas por outro lado, trabalhar uma história previsível não é novidade para Baz Luhrmann, que já tinha imprimido uma nova cenografia, um novo contexto e conceito à peça de Shakespeare «Romeu e Julieta», surpreendendo o espectador no campo visual apesar do texto ser amplamente conhecido. De facto, a história de «Moulin Rouge!» lembra também uma outra peça do mesmo dramaturgo, «Sonho de uma Noite de Verão». Assim, talvez a previsibilidade da história nos leve a apreciar o que este filme tem de novo e de valioso a nível da fotografia e da cenografia. É um musical muito bem dirigido, com montagem de video clip, e isto vindo de um realizador que já dirigiu óperas como «La Bohème». Muito apropriado. De facto nota-se a experiência nas coreografias e no pôr-em-cena meticuloso do espectáculo. Em «Moulin Rouge!» o que não falta é movimento. De facto, o filme é extremamente rico visualmente, destinado a maravilhar os olhos, com jogos de cores, luzes, contrastes, brilhos, e efeitos especiais. Há dezenas de dançarinas com roupas coloridas e contrastes a preto e branco dos fraques dos visitantes. Há sopradores de fogo, um organizador frenético, bastidores, electricidade. E tudo isto apresentado em câmara sempre em movimento, com uma montagem num ritmo muito rápido, que vai acalmando ao longo do filme à medida que os personagens caminham para o desfecho, não sem antes explodir de novo num show final. Os efeitos especiais são extremamente sofisticados e inesperados num filme que afinal não é um filme de época. Os brilhos em forma de coração, os personagens a elevarem-se até às nuvens, a paisagem de Paris reconstruída a partir de postais, retiram verosimilhança e substituem-na por fantasia. Há cuidado no modo como a cor é trabalhada, com muitas cores nos espectáculos, com Satine vestindo roupas exclusivamente vermelhas ou pretas, as cores do desejo e do mistério. Satine também entra e sai constantemente de zonas escuras, como que adivinhando o final. O filme inicia-se com muita cor mas caminha para o final com uma predominância cromática azul, com interlúdios sépia e laranja. A música do «Moulin Rouge!» é uma colecção de música do século XX, predominantemente da década de 90. Se esta escolha anacrónica recompense os jovens espectadores das salas de cinema actuais, será que o filme, tal como o «Espectacular, Espectacular», continuará interessante daqui a cinquenta anos? Provavelmente, até porque a data escolhida para o cenário do filme, o ano 1900, parece querer justificar precisamente esta selecção de músicas do século XX tão ecléctica, que vai desde o Can-Can até aos Nirvana e Fat Boy Slim. Aliás, a própria Satine surge no filme como Marlene Dietrich, Marilyn Monroe e Madonna, três símbolos de artistas da música no ecrã de diferentes épocas do século. A forma como as músicas foram adaptadas à forma de diálogo foi através da colagem de diferentes letras e músicas na mesma canção, presenteando o espectador musicalmente mais apreciador à medida que este vai reconhecendo os diferentes artistas autores de cada fragmento. E consegue fazê-lo sem desvirtuar as músicas originais, graças a uma excelente orquestração, da qual destaco a música de Elton John, que se até parece feita de encomenda para o filme, a música dos Queen «Show Must Go On», que era inevitável mas que surge no momento exacto do desenvolvimento da narrativa, e a mistura de Sting com o som do Tango em «Roxanne». Todas estas músicas conduzem ao espectáculo final, com música original, que serve de conclusão. Moulin Rouge! é um excelente filme de entretenimento, que tem como objectivo deslumbrar o espectador e deixá-lo sem tempo de digerir cada uma das cenas, em que a sensação final depois de ter visto o filme é a de ter assistido a um grande espectáculo. Este é apenas o terceiro filme de Baz Luhrmann, pelo que espero pelo futuro para assistir a mais grandes obras e melhores filmes do realizador.



      Título do filme Nome do crítico Cidade Data da Crítica
      Moulin Rouge João Pedro Machado Ermesinde 9/28/2002

      “MOULIN ROUGE”, de Baz Luhrmann CLASSIFICAÇÃO: *** (Bom) Antes de mais, as qualidades deste filme: é visualmente deslumbrante e… hum… hum… Bem, acho que é tudo! Claro que isso é importante; vale as três estrelinhas que eu dei. Além disso, esse aspecto engloba muitos outros: a fotografia, a direcção artística, a cenografia, o guarda-roupa, a caracterização (“Moulin Rouge” é o provável vencedor dos óscares dessas categorias). Quanto aos defeitos, há também apenas um: o seu argumento básico e desprovido de qualquer originalidade. Baz Luhrmann está apenas interessado no espectáculo e descura completamente a história. Aliás, Baz Luhrmann é assim desde o seu primeiro sucesso comercial (“Strictly Ballroom – Vem Dançar!”). E não deixa de ser curioso verificar que a sua obra-prima (“Romeu e Julieta”) não foi escrita por si, mas por um excelente dramaturgo (Shakespeare). Tenho que confessar que me faz confusão haver tanta gente que dá 5 estrelas ao “Moulin Rouge” e que admite a pobreza do seu argumento... Para, ainda assim, darem a pontuação máxima é porque esse aspecto é, para essas pessoas, absolutamente irrelevante! Não partilhamos, de maneira nenhuma, a mesma concepção de cinema! Quanto às interpretações, o estilo acelerado de mudança de planos, que, na minha opinião, resulta muito bem, não permite, contudo, avaliar a prestação dos actores. É necessária uma duração mínima de plano para se fazer uma apreciação fundamentada de uma composição, porque não basta ver-se as expressões faciais e corporais, é também importante observar as suas construções. Portanto, não compreendo a nomeação da Nicole Kidman para o óscar de melhor actriz principal...





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