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    SALA DE PÂNICO

    Título Original: The Panic Room

    Ano: 2002

    País: EUA

    Realizador: David Fincher

      Actores:

    • Jodie Foster

    • Jared Leto

    • Forest Whitaker

    • Kristen Stewart

    Minutos: 112

    Resumo:

    Meg Altman está em casa com a sua filha Sarah quando três homens assaltam a casa. Ela só tem tempo para fugir para uma sala secreta, construída de proposito para situações de emergência. Mas os ladrões não vão desistir facilmente...



      Critícas dos visitantes do Site:





      Título do filme Nome do crítico Cidade Data da Crítica
      Sala de Pânico Ricardo Costa Pinho -------- 9/25/2002

      Sala de Pânico é capaz de ser o filme mais sóbrio de David Fincher, realizador de «Alien 3», «Sete Pecados Mortais» (Seven), «O Jogo» (The Game), e «Clube de Combate» (Fight Club). Logo no genérico, são trocados os seus habituais malabarismos gráficos frenéticos, por umas letras imponentes no rigor técnico mas com discrição, que nos apresentam a ficha técnica como se esta estivesse a pairar em frente dos edifícios de New York. Parecem ser o primeiro sinal de que estamos perante um filme de qualidade. O argumento é de David Koepp, argumentista de filmes de acção comerciais como «Jurassic Park», «Missão Impossível» ou, mais recentemente, «O Homem Aranha». Há críticas ao argumento por este se assemelhar ao «Sozinho em Casa» (algo a que o argumentista não está alheio, já que a dada altura um dos vilões diz para outro, «Quem tu pensas que és, Joe Pesci?»). Não me parece que essa seja a base do argumento, mas antes um jogo em que há uma mulher em perigo (e em roupa interior) numa casa «assombrada». É, portanto, um filme comercial sem pretensão a transmitir qualquer mensagem, como aconteceu com o filme Clube de Combate, baseado no livro homónimo de Chuck Palahniuk. Mesmo assim, é notável como foi possível fazer da premissa do filme –-duas pessoas fecham-se numa divisão blindada e os intrusos têm de as retirar da sala–-, um suspense. E não há equipamento de alta tecnologia, como cortadores de aço com raios laser. O desenrolar do argumento é imprevisível e, com a ajuda do realizador, passa algumas rasteiras ao espectador plantando falsos indícios, como o grande plano do telemóvel que cai por baixo do colchão que deixa o espectador a pensar que será essa a solução de Meg para pedir ajuda, ou de Sarah que esconde uma seringa para se revelar inútil quando a usa para atacar um dos vilões. A realização é típica de David Fincher. O falso plano sequência em que a câmara se afasta de Meg enquanto esta dorme, passando pelo relógio de cabeceira, por entre as grades do corrimão (fisicamente impossível), descendo as escadas, percorrendo a cozinha dando-se ao luxo de passar por entre uma pega de uma cafeteira (que obviamente não estava lá e foi adicionada em pós-produção), aproximando para macro até à fechadura e entrando virtualmente no seu interior (aqui há um corte no plano sequência, imperceptível pela aparência de continuidade das imagens digitais da fechadura), depois segue, do interior da casa, os vilões que percorrem o exterior, atravessando o tecto e as paredes (proporcionando um corte físico, mas dando a aparência de um plano sequência contínuo) até ao momento em que entram pelo tecto. É um plano sequência longo que se justifica pelo modo como apresentam o espectador à casa, que será o espaço onde toda a acção do filme decorrerá. O universo da acção é passado todo no interior, o que cria dificuldades a uma realização criativa e variada, mas facilidades à direcção de fotografia. As únicas cenas de exterior são o genérico e a entrada de Meg e a sua filha no apartamento, e no final, depois de uma realização exemplar, uma cena que peca pelo cliché técnico zoom-in/pan-out, usado pela primeira vez por Hitchcock em Vertigem, e repetido até à exaustão por realizadores de thrillers. O momento em que a câmara lenta é usada para criar tensão, quando Meg sai da sala para procurar o telemóvel, resulta muito bem. É uma cena sem som directo, com as batidas do coração a reforçar a sua vulnerabilidade e a distorcer a percepção do tempo da cena. A película usada tem um baixo contraste, criando uma atmosfera de baixa visibilidade que se adequa a este tipo de thriller. Mas os tons cinza resultantes do baixo contraste pendem para um tom verde, resultando numa predominância cromática que me parece remeter para o tom verde dos néon da sala de pânico, fazendo com que a sala esteja presente em todo o ambiente do filme. (Já em Clube de Combate, o mesmo se passou com a cor vermelho escuro, numa alusão ao casaco vermelho de Tyler). O desempenho da actriz principal, Jodie Foster, de personagem com medo e com raiva ao mesmo tempo, como em «O Silêncio dos Inocentes», recorre ao conceito de «reacção mínima para expressão máxima». Soube que a primeira escolha para o papel era Nicole Kidman, mas estou certo de que a personagem perderia profundidade com menos do que o excelente desempenho de Jodie Foster. Dos três vilões, fica apenas na memória a actuação de Forest Whitaker, o vilão que não é assim tão mau (que transmite a mensagem de que quem se preocupa com as vítimas, é preso e perde o dinheiro). É um filme comercial sólido, com um argumento plausível que agarra o espectador, com o excelente desempenho de Jodie Foster, numa realização digna e bem executada. Referência http://www.nytimes.com/2002/03/29/movies/29PANI.html



      Título do filme Nome do crítico Cidade Data da Crítica
      Sala de Pânico João Pedro Machado Ermesinde 9/28/2002

      “SALA DE PÂNICO”, de David Fincher CLASSIFICAÇÃO: **** (Muito Bom) Antes de mais, declaro que o David Fincher é, para mim, o melhor realizador surgido na última década. É sempre com expectativa que aguardo cada novo filme dele! Este “Sala de Pânico” tinha tudo para eu adorar, mas não lhe consigo dar 5 estrelas!... É, na minha opinião, o segundo melhor filme de David Fincher (não vi o Alien 3), sendo apenas superado pelo soberbo “Fight Club – Clube de Combate”, mas uma coisa me desagradou, apesar de, admito, ser algo inevitável numa história destas: a divisão do filme em sequências, ilustrando as várias tentativas encetadas pelos “maus” para invadir a sala intransponível onde estão refugiadas Meg e a filha. Pareceu-me que faltaram pontes entre as várias sequências; faltou fluidez à narrativa! O resto é perfeito! Desde o enredo minimalista, mas muito bem congeminado, até à realização prodigiosa de David Fincher, passando pela magnífica fotografia esterilizada e pelo acertado casting (a Nicole Kidman também seria, de facto, uma óptima escolha para protagonista!) e as excelentes interpretações, com destaque para dois actores que eu já adorava e que não me desiludiram: Jodie Foster e Forest Whitaker.





      Esperamos a vossa colaboração





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