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FILMES

CONTA-ME HISTÓRIAS

Título Original: Storytelling

Ano: 2001

País: EUA

Realizador: Todd Solondz

    Actores:

  • Selma Blair - Vi

  • Leo Fitzpatrick - Marcus

  • Robert Wisdom - M. Scott

  • Paul Giamatti - Toby

  • John Goodman - Marty

  • Lupe Ontiveros - Consuelo

  • Jonathan Osser - Mikey

  • Mark Webber - Scooby



  • Argumento - Todd Solondz

  • Produzido por - Ted Hope, Christine Vachon

  • Produtores Executivos - David Linde, Amy Henkels, Mike de Luca

  • Chefe de Produção - Declan Baldwin

  • Director de Produção - James Chinlund

  • Director de Fotografia - Frederick Elmes, A.S.C.

  • Casting - Ann Goulder

  • Montagem - Alan Oxman

  • Música - Belle & Sebastian, Nathan Larson

  • Guarda-Roupa - John Dunn

  • Data de Estreia: 24-05-2002

    Minutos: 87

    Resumo:

    STORYTELLING/CONTA-ME HISTÓRIAS é composto por duas histórias separadas passadas no terreno tristemente cómico da faculdade e do liceu, do passado e do presente. Seguindo os caminhos das suas jovens esperançosas/perturbadas personagens, explora temas como o sexo, a raça, a fama e a exploração. "Ficção" decorre num campus universitário, nos anos 80, e explora as relações complicadas entre três alunos e o seu professor negro de escrita criativa, Mr.Scott. "Não-Ficção", a segunda parte de STORYTELLING/CONTA-ME HISTÓRIAS, segue a história de Toby, um nova-iorquino não realizado, que convence um finalista de liceu e a sua família a protagonizarem um documentário.

      Critícas dos visitantes do Site:





      Título do filme Nome do crítico Cidade Data da Crítica
      Conta-me Histórias - Storytelling João Pedro Machado Ermesinde 9/28/2002

      “STORYTELLING – CONTA-ME HISTÓRIAS”, de Todd Solondz CLASSIFICAÇÃO: ***** (Excelente) Que maravilhoso filme indie! Depois do brilhante e elaborado “Happiness – Felicidade”, Todd Solondz serve-se da abordagem experimental e de um argumento “em rascunho, sem limar arestas” para contar a(s) sua(s) mais recente(s) história(s), parecendo que se trata de uma pausa, antes de regressar a voos mais altos! Todos os realizadores fizessem filmes de transição tão bons como este...! Detentor de um estilo muito próprio, Todd Solondz é, mais uma vez, assumidamente provocante e incómodo, reflectindo acerca do politicamente correcto e criticando a hipocrisia, misturando a crueldade com o humor, numa combinação que quase nos faz sentir culpados por acharmos graça... o que, ao invés de me desagradar, me fascina! Que dizer mais? Adoro este filme e as suas imperfeições!



      Título do filme Nome do crítico Cidade Data da Crítica
      Conta-me Histórias - Storytelling Daniel Pereira Ramada 10/02/2002

      Conta-me Histórias Num brevíssimo espaço de tempo chega-nos às salas portuguesas o segundo filme a retratar uma América "poluída", onde os principais "poluídores" são os já conhecidos subúrbios. Depois de "Ghost World – Mundo Fantasma" de Terry Zwigoff surge agora "Conta-me Histórias" de Todd Solondz que nos faz lembrar o seu anterior "Felicidade". Os seus dois filmes funcionam como uma espécie de vingança à sociedade que o criou. Assim como "Ghost World" funciona, embora mais ligeiramente, para Zwigoff. Há, de facto, grande proximidade entre estes dois cineastas, baseando-se esta mesma no objectivo dos seus filmes: mostrar, de uma forma muito cruel e recorrendo a uma comédia muito negra, a América tal como ela é. No caso de Zwigoff, marcas autobiográficas estão presentes, pois este já afirmou publicamente que o personagem interpretado por Steve Buscemi tem muito a ver consigo, ou seja, de difícil integração num mundo dito normal. E da maneira que Solondz nos apresenta este "Conta-me Histórias" atrevemo-nos a dizer que também ele sentiu na pele os malefícios da sociedade americana. O seu filme é dividido em duas partes intituladas Fiction e Nonfiction (Ficção e Não-Ficção). A primeira parte conta-nos a história de uma adolescente que tem uma relação com um jovem com paralisia cerebral. Os dois são aspirantes a escritores e frequentam a aula de um professor negro com um prémio Pulitzer no currículo e habituado a levar as suas alunas para a cama. Esta curta-metragem é apenas uma tentativa (não nos cabe a nós dizer se conseguida ou não) de atingir a sociedade americana, referindo-se à geral falta de ética e pouco mais. A segunda história, de maior duração e interesse, é o retrato de uma família de subúrbio americana: pai e mãe; três filhos (o mais velho um rebelde, o do meio popular e o mais novo um pequeno génio) e não podemos esquecer a empregada hispânica. Aqui ficamos divididos. Existem, de facto, bons momentos como alguns gags muito bem conseguidos (uma hilariante conversa sobre a existência da família que chega a envolver o próprio Hitler) e, sem dúvida, Solondz transmite, e bem, aquilo que quer. No entanto, fica no ar uma sensação de que tudo é muito forçado e, de certa forma, repetitivo pois tudo roda em torno da única ideia: o "lixo" da sociedade americana. Será que ele não transmitiu já o seu ponto de vista em obras anteriores? Pensamos que sim. E é isto que nos deixa com um pé atrás em relação ao filme. Quando é o cinema independente americano que nos vai trazendo grande parte dos bons filmes daquele país, há que reflectir se estas "repetições" de Solondz são merecedoras de serem chamadas "bom cinema independente americano" como são rotuladas. É importante que se faça esta reflexão mas sem nunca esquecer que este filme não é mau.



      Esperamos a vossa colaboração





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