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FILMES

BILLY ELLIOT

Título Original: Billy Elliot

Ano: 2000

País: Reino Unido/França

Realizador: Stephen Daldry

    Actores:

  • Julie Walters

  • Jamie Bell

  • Jamie Draven

  • Gary Lewis

  • Jean Heywood

Minutos: 110

Resumo:

Numa comunidade mineira, um rapazinho sente-se seduzido pela arte da dança, o que lhe vai trazer muitos dissabores. A família não vê com bons olhos a inclinação da criança para o ballet, mas ele não desiste.

    Critícas dos visitantes do Site:





    Título do filme Nome do crítico Cidade Data da Crítica
    Billy Elliot Ricardo Costa Pinho -------- 9/25/2002

    Billy Elliot é descrito pela imprensa como um filme que conta uma história simples de um rapaz que queria ser bailarino. Contudo, parece-me que é um pouco mais que isso. A história do filme é, de facto, a de um rapaz que quer seguir a carreira da dança, mas que se depara não só com a oposição da mentalidade da vila do interior como com as dificuldades económicas que a família atravessa. O filme aborda temas de índole social, como a política de Tatcher dos anos 80, cujas greves servem de cenário da pequena vila onde a história decorre e criam um clima de tensão pelas dificuldades que criam à família de Elliot, e a desintegração familiar que daí resulta. Billy tem como ajudantes um colega de infância, e a professora de ballet, representada por Julie Walters, que prossegue a instrução da dança ao rapaz secretamente e que o incentiva a entrar na Royal Dance School. É-me difícil ver o filme sem me recordar constantemente de Flashdance, um filme norte-americano dos anos 80 que conta a história de uma jovem operária também com poucos recursos económicos que aprendeu a dançar «nas ruas» e que acaba por entrar numa academia de dança com a ajuda de alguém que a incentivou. Em Billy Elliot a dança é o centro emocional do protagonista, em oposição ao centro das preocupações da família e da população e que são o obstáculo ao objectivo de Billy. A actuação de Jamie Bell é notável, incluindo as sequências de dança (o actor tem formação académica de bailado) a pronúncia e atitudes regionais, e ultrapassa em qualidade o outro recente jovem talento, muito mediatizado, que protagonizou em «O Sexto Sentido». A fotografia do filme insiste em mostrar o lado industrial e mineiro, mas durante as sequências de dança a realização e a banda sonora adequada fazem Billy Elliot, e o espectador, esquecer os problemas que servem de pano de fundo a este filme. Há alguns detalhes apreciáveis, nomeadamente a nível da caracterização dos personagens, e um pormenor que achei curioso a personagem de uma pequena rapariga que, do início ao final do filme, se encontrava encostada a uma parede do bairro de Billy. O desenvolvimento da narrativa é razoável, com alguns momentos de fantasia na primeira metade do filme, e com uma resolução demasiado fácil dos obstáculos à concretização dos desejos de Billy na segunda parte do filme. No seu conjunto, o Billy Elliot é um bom filme mas que poderia ir muito mais longe se não se tivesse agarrado ao paradigma do cinema de indústria, talvez na busca de uma audiência internacional que só consegue digerir filmes fabricados com o modelo americano.



    Esperamos a vossa colaboração





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