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FILMES

APANHA-ME SE PUDERES

Título Original: Catch Me If You Can

Ano: 2002

País: EUA

Realizador: Steven Spielberg

    Actores:

  • Tom Hanks

  • Leonardo DiCaprio

  • Christopher Walken



  • Género: Drama

    Minutos: 140

    Resumo:

    Aos 16 anos ,Frank W. Abagnale já era um dos criminosos mais procurados pelo FBI. Até completar os 21, entre os anos de 1964 e 1969, ele vestiu diversas identidades, entre as quais advogado e piloto de avião, e serviu-se da sua capacidade de disfarce para passar cheques sem cobertura no valor de milhões de dólares. Depois de detido ainda conseguiu fugir da prisão, até que se transformou em consultor do FBI para os crimes fraudulentos. Tom Hanks e Leonardo DiCaprio protagonizam esta biografia do crime baseada em factos reais, ao lado de nomes como Christopher Walken, Jennifer Garner e Martin Sheen e que marca o regresso de Steven Spielberg à realização depois de «Relatório Minoritário».



      Critícas dos visitantes do Site:





      Título do filme Nome do crítico Cidade Data da Crítica
      Apanha-me Se Puderes João Pedro Machado Ermesinde 13/02/2003

      “CATCH ME IF YOU CAN – APANHA-ME SE PUDERES”, de Steven Spielberg

      CLASSIFICAÇÃO: **** (Muito Bom)

      Há uns meses atrás, manifestei o meu agrado perante o filme de Spielberg então em exibição “Minority Report – Relatório Minoritário”. Como referi na altura, Spielberg, cuja anterior obra não me era particularmente querida, surpreendeu-me ao assinar um filme arrojado e com uma mensagem complexa, evitando o discurso moralista e as boas-intenções que sempre foram elementos-base do seu cinema, de vocação familiar. Terminei o meu comentário àquele filme com um desejo: “Espero que este novo Spielberg esteja para ficar!” “Apanha-me se Puderes” vem confirmar o que “Relatório Minoritário” já indicava. Spielberg realizador está diferente, com um procedimento mais adulto, mais reflexivo, menos óbvio. Aqui relata-nos a história verídica (!!!!!) de um adolescente (Frank Abagnale Jr.) que, nos anos 60, fugiu de casa dos pais (que estavam em processo de divórcio) e encontrou na burla o seu ganha-pão. Mas não foi um vigarista qualquer. Aos 21 anos, Frank já havia cometido fraudes no valor de 2 milhões e meio de dólares, já se fizera passar por professor, piloto de aviação, médico e advogado, exercendo aquelas profissões sem ninguém sequer suspeitar do embuste (!!!!). Durante esse período, Frank foi perseguido por um agente do FBI (Carl Hanratty), que acabou por conseguir capturá-lo precisamente quando Frank já tinha 21 anos de idade. Esteve preso durante 4 anos, até Hanratty se aperceber que as capacidades de Frank poderiam ser utilizadas para o bem, ou seja, Frank foi posto em liberdade, com a condição de passar a trabalhar com o FBI (!!!!!) na investigação de burlas, profissão que, ainda hoje, aos 54 anos, exerce, tendo-se tornado, entretanto, amigo de Hanratty. Spielberg conseguiu o seu “happy end” e nem precisou de o forçar (a realidade é, por vezes, “stranger than fiction”). A história é muito interessante, mas intricada, a exigir uma mão experiente ao comando. Spielberg revela-se a pessoa certa para levar o projecto a bom porto. A “mise en scène” e a montagem, ambas prodigiosas, têm um papel fundamental neste filme! Quanto às interpretações, destaque absoluto para Leonardo DiCaprio, numa opção de casting certeira (quem mais tem um físico que lhe permita fazer de adolescente e de adulto?), com um papel (o de Frank Abagnale Jr.) à sua medida, revelando-se um excelente actor! Tom Hanks interpreta, em “low-profile”, o agente Hanratty; enquanto Christopher Walken, actor que eu não aprecio, consegue, tenho que reconhecê-lo, um desempenho notável no discreto mas complexo papel de Frank Abagnale Senior (pai do protagonista). Dá a sensação que estes dois actores secundários, mas com papéis importantes, se afastam da ribalta, para permitir a DiCaprio brilhar, numa nobre demonstração de fairplay! Para terminar, uma referência a algo que uma amiga me disse à saída do cinema: “Neste filme, as mulheres são retratadas como umas parvinhas fúteis!”. Também a mim me parece que Spielberg exagerou no traço... mas só ligeiramente... ;) por JP Machado.





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