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FILMES

8 MILE

Título Original: 8 Mile

Ano: 2002

País: EUA

Realizador: Curtis Hanson

    Actores:

  • Eminem

  • Kim Basinger

  • Brittany Murphy

  • Mekhi Phifer



  • Género: Drama, Musical

    Minutos: 110

    Resumo:

    Independentemente do local onde vivemos, ou de quem somos, temos sempre limites... alguns reais, outros imaginários. Muitos de nós sentem-se bem vivendo dentro desses limites. Outros são forçados a isso. Mas alguns de nós têm de forçar a saída, mesmo que o que está do outro lado seja desconhecido e assustador. 8 Mile é uma história acerca desses limites que definem as nossas vidas e da luta de um jovem para encontrar a força e a coragem para os ultrapassar.



      Critícas dos visitantes do Site:





      Título do filme Nome do crítico Cidade Data da Crítica
      8 Mile João Pedro Machado Ermesinde 19/02/2003

      “8 MILE”, de Curtis Hanson

      CLASSIFICAÇÃO: *** (Bom)

      Quando Eminem (ou M&M ou Marshall Mathers III ou Slim Shady, nomes referentes à mesma pessoa) começou a ser conhecido em Portugal, foi-o menos pela sua música do que pelas suas declarações misóginas e homofóbicas, que irritaram, com razão, muita gente nos E.U.A. Também eu lhe ganhei um ódio de estimação, que me tem impedido de apreciar, com objectividade, o seu trabalho de “singer/song writer”. Subitamente, a sua imagem muda! De odiado, Eminem passa a “role model”, o filho que todos os pais americanos gostariam de ter...!? 2002 foi o ano de viragem, foi o ano de “8 Mile”. “8 Mile” inspira-se na vida de Eminem, mas é uma obra de ficção. Retrata as dificuldades de um jovem branco – que mora em 8 Mile (uma estrada que constitui a “fronteira” entre a comunidade negra e a comunidade branca da cidade de Detroit), numa roulotte com a mãe alcoólica e desempregada e com a irmã de 6 anos –, em preocupante situação financeira, que ambiciona singrar numa actividade negra, o hip-hop. O filme põe-nos em contacto com a realidade dos “guetos” negros, que, ao serem excluídos da sociedade (não resisto a lançar esta mensagem política... ;)), se tornam um ninho de violência, mas onde também existe uma componente cultural muito bonita! Jimmy (ou Eminem, porque é impossível saber onde acaba um e começa o outro), o protagonista, é também um revoltado, mas inspira a nossa simpatia, porque o ambiente em que cresceu justifica a sua rebeldia. No filme, ele surge mesmo como alguém com um enorme coração (as cenas com a irmã e com os amigos ilustram-no bem), que apenas reage à violência dos outros na mesma moeda. Confundindo realidade e ficção, os espectadores americanos perdoaram a Eminem a sua hostilidade. Pessoalmente, tenho alguma dificuldade em tolerar quem não é tolerante e, portanto, a minha opinião em relação ao cidadão Eminem não mudou muito... Em contrapartida, o actor, cantor e compositor Eminem merece a minha consideração e admito que é talentoso nas 3 áreas! Curtis Hanson, o realizador, é competente e se o filme não é melhor é por culpa do argumento, que tem uma estrutura por demais batida (a prova fracassada no início é ultrapassada, com sucesso, no fim; os bons vencem sempre, etc.) e um investimento muito precário na construção de personagens, que são estereótipos, sem espessura (pobre Kim Basinger!, que, claramente, se esforça por dar alguma vida à transparente personagem da mãe, mas sem material que lho permita). por João Pedro Machado.





      Esperamos a vossa colaboração





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