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FILMES

O SENHOR DOS ANÉIS: AS DUAS TORRES

Título Original: The Lord of the Rings: the Two Towers

Ano: 2002

País: EUA, Nova Zelândia

Realizador: Peter Jackson

    Actores:

  • Elijah Wood

  • Ian McKellen

  • Viggo Mortensen

  • Sean Astin

  • Billy Boyd

  • Liv Tyler

  • John Rhys-Davies

  • Dominic Monaghan

  • Christopher Lee

  • Miranda Otto

  • Brad Dourif

  • Orlando Bloom

  • Cate Blanchett



  • Género: Aventura/Fantasia

  • Estreia em Portugal: 20 de Dezembro de 2001

    Minutos: 179

    Resumo:

    As Duas Torres segue a demanda de Frodo Baggins e da Irmandade que se uniu para destruir o Anel e opor-se ao mal de Sauron, o senhor das trevas. A Irmandade dividiu-se e tomou caminhos diferentes para derrotar Sauron e os seus aliados. Os seus destinos centram-se em duas torres: a Torre de Orthanc, em Isengard, onde Saruman, o feiticeiro corrompido pelo mal espera, e a fortaleza de Sauron, em Barad-dur, nas profundezas das terras de Mordor.



      Critícas dos visitantes do Site:





      Título do filme Nome do crítico Cidade Data da Crítica
      O Senhor Dos Anéis: As Duas Torres João Pedro Machado Ermesinde 09/01/2003

      “O SENHOR DOS ANÉIS – AS DUAS TORRES”, de Peter Jackson

      CLASSIFICAÇÃO: **** (Muito Bom)

      Primeira impressão: um espectáculo colossal e deslumbrante! Impossível não ficar maravilhado com as imagens conseguidas por Peter Jackson e sua equipa! Ao contrário de muita gente, eu prefiro esta segunda parte da trilogia à primeira parte (“O Senhor dos Anéis – A Irmandade do Anel”)! Isso deve-se, provavelmente, ao facto de o projecto nesta segunda parte ser diferente, pelo que é mais difícil cometer os mesmos erros; passo a explicar: enquanto “A Irmandade do Anel” era um filme introdutório, com a responsabilidade de nos esclarecer acerca do móbil da obra e de nos apresentar os intervenientes, ou seja, um filme mais dependente do seu argumento (cometendo aí várias falhas, nomeadamente no desenho das personagens, nos diálogos e faltando fluidez à narrativa), “As Duas Torres” é um filme-ponte, mais de entretenimento, mais visual, em que os efeitos-especiais dominam. A imaginação de Tolkien faz o resto. Fantástico! Não podia deixar de me referir ao perturbante e fascinante Gollum, uma personagem digital, cuja expressividade é quase real, estando dado mais um passo na revolução informática!



      Título do filme Nome do crítico Cidade Data da Crítica
      O Senhor Dos Anéis: As Duas Torres Catarina Caramelo Nunes Covilhã 27/02/2003

      O SENHOR DOS ANÉIS - AS DUAS TORRES

      “A new power is rising” – Sauruman – Isengard Sejam minhas as suas palavras!! Haverá filme mais poderoso que este?! É um filme que para além de entreter durante umas horas os mais cépticos, faz as maravilhas de todos aqueles que, não só leram as obras de Tolkien e lhes são fiéis, como também de todos os tiveram uma longa espera por esta segunda parte da saga. Agora cabe perguntar: Valeu a pena? Obviamente que sim!! Aqui nos prendemos novamente às aventuras vividas pelos membros de uma irmandade que, mesmo fragmentada, continua a actuar para um único objectivo, destruir as forças do mal, as forças de Sauron, o Anel. Uma vez mais Peter Jackson mostrou ser um verdadeiro Einstein do cinema fantástico. Realizou com dedo de fada esta segunda parte de um dos mais grandiosos épicos de sempre, que com toda a certeza irá constituir um marco no mundo do cinema durante gerações, ou será que para sempre?........ Em as Duas Torres deparamo-nos com algumas novidades relativamente à Irmandade do Anel, tais como novas cidades e povos como os de Rohan, criaturas como os Ents, para além de Gollum (que nesta segunda parte temos a oportunidade de conhecer melhor), uma criatura dependente do Anel, criada com uma perfeição digital de fazer inveja a Yoda. No entanto a jornada dos nossos heróis continua. Frodo e Sam tentam desesperadamente chegar a Mordor. O poder do Anel começa a alterar psicologicamente Frodo, o qual se sente cada vez menos apto para a missão que lhe foi entregue. Contudo Sam mostra mais uma vez o grande companheirismo e apoio sem o qual talvez tudo estivesse perdido. Pelo caminho encontram Gollum, portador do Anel por muitos anos, que os irá guiar para Mordor. Por outro lado, Legolas, Aragorn e Gimli continuam unidos na procura de Merry e Pippin, sequestrados por Uru-Kais. Contudo, o destino leva-os a Rohan, reino do rei Theóden, que se encontra possuído pelas forças do mal, guiadas nestas paragens por Grima Língua de Verme. Depois do confronto com Balrog, o demónio dos tempos antigos, Gandalf regressa como Gandalf o Branco. Agora mais sábio e poderoso é a esperança de Helms Deep quando tudo parece perdido. Da união das duas torres, Ortanc e Balad-dûr, flui cada vez mais poder. A Mordor vão chegando exércitos de milhões e em Isengard são criados exércitos de poderosos Uru-Kai, marcados pela mão branca de Sauruman. A batalha de Helms Deep é a melhor sequência de batalha jamais filmada, inspirada em algo tão complexo como a descrição da obra de Tolkien. A utilização do programa Massive, que permite criar um exército digital e autónomo, ajudou bastante no visionamento de Jackson, e o facto dos cenários terem sido praticamente todos construídos em tamanho real, transferiu a cena para um realismo incomparável. Nesta segunda parte da história, denota-se um crescimento da complexidade psicológica das personagens, bem como das relações interpersonagens. Veja-se por exemplo a relação de amizade crescente entre Aragorn, Legolas e Gimli, principalmente entre os dois últimos (de saber que anões e elfos nunca confraternizaram). Por outro lado, o público tem oportunidade para conhecer melhor as personagens, tais como Legolas, que apresenta uma participação mais activa na narrativa. Aragorn mostra agora uma face mais segura de si, liderando o lado de Rohan na batalha de Helm´s Deep. Mais uma vez os efeitos especiais estão excelentes, tal como os cenários e a caracterização, exemplo disso o impecável trabalho feito com os Orcs e Uru-Kai, que quase nos fazem acreditar que na realidade existem. O único ponto negativo que talvez encontre em As Duas Torres é a perda de parte da grandiosidade da banda sonora, no que toca ao tema principal. Não que seja mau ou insuportável, simplesmente não se enquadra no filme com a perfeição de May it Be de Enya. Um filme excelente, digno de ser revisto, e já agora enquanto Dezembro desesperadamente não chega, aproveitar para rever também o primeiro. C.N





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