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Bem vindo à nossa secção de críticas com prémios para as melhores críticas

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  • 10 autocolantes de vynil

  • 10 pin's

  • 05 porta-chaves

  • 10 postais

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    COMO CONCORRER: PARA O FAZER, BASTA ENVIAR UM EMAIL COM NOME, CIDADE, EMAIL E CRÍTICAS DE FILMES (ESTRANGEIROS OU PORTUGUESES, DE TODOS OS TEMPOS), PODES ENVIAR TODAS AS CRÍTICAS QUE QUISERES, SE TIVERES CRÍTICAS EM STOCK DE FILMES ANTIGOS, ENVIA QUE TODOS SERÃO CONSIDERADOS. SE POR EXEMPLO, TIVERES O GOSTO DE ESCREVER SOBRE FILMES, E TIVERES 40 FILMES CRITICADOS, PODES ENVIAR AS 40 CRÍTICAS. QUANTO MAIS ENVIARES, MAIS HIPOTESES TENS DE VENCER UM DOS 40 PRÉMIOS QUE TEMOS PARA OFERECER. INCLUSIVAMENTE, PODES GANHAR MAIS DO QUE UM PRÉMIO, JÁ QUE NÃO HÁ LIMITE PARA OS PRÉMIOS QUE PODES GANHAR. OS VENCEDORES SERÃO ESCOLHIDOS PELA MC&BD ENTRE TODOS OS QUE PARTICIPAREM. O CONCURSO DURA ATÉ AO FINAL DO MÊS DE NOVEMBRO DE 2002. QUEM PODE CONCORRER? TODOS OS VISITANTES DO SITE. .O VENCEDOR SERÁ ANUNCIADO NO DIA 1 DE DEZEMBRO

      LOCAL PARA AS VOSSAS CRÍTICAS DE FILMES

        Título do filme Nome do crítico Cidade Data da Crítica
        SMALL TIME CROOKS - VIGARISTAS DE BAIRRO João Pedro Machado Ermesinde 9/28/2002

        “SMALL TIME CROOKS – VIGARISTAS DE BAIRRO”, de Woody Allen CLASSIFICAÇÃO: **** (Muito Bom) Dois filmes de Woody Allen que estreiam quase ao mesmo tempo em Portugal, mas nem assim o seu estilo cansa! É sempre um divertimento assistir a uma comédia deste autor, sendo este “Vigaristas de Bairro” um dos mais hilariantes filmes de Woody Allen (pelo menos, para o meu sentido de humor, que não será igual ao da maioria do público, a acreditar pelos diversos momentos em que fui o único na sala de cinema a rir-me...). Uma história divertida, mas com mensagem, uma realização de enorme bom-gosto, uma mise en scène cuidada e uma interpretação memorável (sublime, mesmo!) de Tracey Ullman fazem deste filme uma obra absolutamente imperdível!





        Título do filme Nome do crítico Cidade Data da Crítica
        Spider-Man - O Homem-Aranha Ricardo Pinheiro Martins Corroios 9/25/2002

        Era um dia perfeitamente normal. Fui ao quiosque buscar o jornal do dia e dar uma vista de olhos nas outras publicações. Quando me vinha embora, ouço uma voz: “Pssstt! Pssst!” Pensei que fosse o dono do quiosque e olhei para ele. Estava com uma atitude de quem não se tinha apercebido de nada … Estranho! Voltei costas e continuei. Outra vez: “Psstt! Aqui …” Olhei para o lado de onde vinha a voz e, no meio de livros de Banda Desenhada, estava um Homem-Aranha na capa de uma edição das “suas” revistas a falar comigo !!…. Pensam que estou louco ?? Também eu pensei … Mas não! Era mesmo assim !! Ainda hesitei, mas depois cheguei-me mais perto, a seu pedido. Disse-me que gostaria de falar comigo e eu resolvi comprar a revista para não me verem por ali a falar com uma revista!!! Levei-a(o) para casa. Começou por me perguntar se o filme do Spider-Man já tinha estreado. Disse-lhe que sim e que já o tinha visto. Entusiasmado, mas também com ar preocupado, perguntou-me se tinha gostado. Disse-lhe que sim, que tinha gostado muito. Percebi que tinha ficado um pouco aborrecido com a minha resposta. Foi então que me explicou que tinha receio das pessoas deixarem de ler as aventuras da BD e só pensarem no cinema. Assegurei-lhe que não deveria estar preocupado pois o filme estava muito próximo da “realidade” descrita nos quadradinhos da BD e, por isso, era fiel e completamente compatível com os quadradinhos. Disse-lhe que o realizador tinha sido muito competente na transposição da BD para o cinema e que as adaptações feitas para o cinema tinham resultado. Dei-lhe o exemplo da aranha ser geneticamente modificada e não radioactiva. Disse-lhe que a minha opinião é que as pessoas que nunca leram a BD, depois de verem o filme, são capazes de ficarem entusiasmadas a acompanhar as aventuras pela BD, trazendo mais leitores e admiradores. Percebi que estava mais satisfeito … Pediu-me para explicar um pouco da história. Disse-lhe que tinham sido cortadas umas cenas por causa dos acontecimentos do 11 de Setembo (estranhamente, ele sabia do que eu estava a falar !!!), disse-lhe que o vilão – o Duende-Verde – estava excepcionalmente bem interpretado pelo Willem Dafoe e que a dualidade de personalidades nessa personagem estava bem construída e com o seu quê de dramática. O drama familiar estava presente (reparei que uma lágrima apareceu no canto do olho, nitidamente alusiva à saudade do seu tio Ben), a amizade também e uns pozinhos de sorrisos e boa disposição para condimentar a acção do filme. Sabe sempre bem rir um bocadinho … Perguntou-me pela Mary Jane. Disse-lhe que a actriz que interpretou esse papel é uma boa actriz, ainda jovem mas a quem se augura um bom futuro no cinema e que a relação dela com o Peter Parker estava bastante natural e deram provas da sua compatibilidade e complementaridade ao longo da história. Falei-lhe dos inevitáveis efeitos visuais, que estavam bem construídos e sem exageros de maior. Ficou satisfeito. Despediu-se, agradecendo a atenção e voltou a ficar estático na capa da revista. Ainda não sei se isto tudo não passou de um sonho, mas de uma coisa eu sei: o Homem-Aranha do cinema chegou e nós cá estamos para o ajudar a manter-se por cá.



        Título do filme Nome do crítico Cidade Data da Crítica
        Spider-Man - O Homem-Aranha João Pedro Machado Ermesinde 9/28/2002

        “HOMEM-ARANHA”, de Sam Raimi CLASSIFICAÇÃO: *** (Bom) É uma boa obra de entretenimento, mas não, não é a melhor adaptação de uma bd para cinema. Os quatro “Batman”’s e o lindíssimo “O Corvo” estão uns pontos acima... E, porquê? Simplesmente, os seus realizadores e argumentistas não se limitaram a fazer um “copy/paste” da bd para o filme; enriqueceram o conteúdo; deram consistência às personagens. Porque, na minha opinião, as fragilidades de um cartoon tornam-se (mais) nítidas quando transpostas para imagens reais. A bd é, por norma, superficial e simplista; os filmes com “actores de carne-e-osso” não o devem ser nunca...! E aí reside a grande falha deste “Homem-Aranha”: as personagens são estereótipos, o enredo é básico e os diálogos são pobres e previsíveis. Sam Raimi realiza com competência, mas sem rasgos de génio. Os três actores principais estão de parabéns e já era altura de alguém dar um papel de protagonista a um dos melhores “jovens actores” da actualidade. Falo, claro, do enigmático Tobey Maguire, que, como sempre, faz uma composição inesquecível! Quero destacar dois momentos: Em primeiro lugar, o do beijo entre o Homem-Aranha, pendurado, e a MJ, em pé; depois de tudo o que eu ouvira acerca da dificuldade que ambos os actores sentiram para concretizar tão invulgar beijo, não é que resultou muitíssimo bem? Em segundo lugar, devo dizer que me irritou profundamente a renúncia do Peter Parker ao amor por MJ, para prosseguir a sua “missão” contra o crime; não pela renúncia em si, mas sim pela ausência de uma explicação plausível, sendo que, como eu já referi, essa lacuna acontece em várias outras ocasiões do filme...



        Título do filme Nome do crítico Cidade Data da Crítica
        Spider-Man - O Homem-Aranha Tito Santana Évora 9/30/2002

        Quem espera sempre alcança! Foi com tremenda alegria e satisfação que no início deste ano de 2002 me comecei a aperceber que finalmente, depois de todo o corropio de direitos, licenças e afins a que este filme foi sujeito, o filme do herói aracnídeo mais amado de todo o mundo finalmente veria a luz do dia. Confesso que aguardava este momento desde 1995 quando pela mão de uma falecida revista de banda desenhada, a "Heróis", fui informado sobre a eventual adaptação de "amazing spiderman" ao grande écran. Como incondicional admirador deste (super) humano herói mal contive a alegria no meu corpito de 11 anos...contudo, tanto esperei pela adaptação, que desesperei...Para pular de alegria este ano quando soube finalmente que o filme tinha visto a luz do dia! Depois de devorar e explorar até ao tutano trailers, reviews, sites(ou sítios, segundo o novo dicionário),"making ofs" entre tantas outras fontes de informação, finalmente tive o prazer de ir ver com os meus próprios olhos O filme. Devo destacar que logo que começou o filme fui invadido de um arrepio que me percorreu a espinha(qual Norman Osborn confrontado com o seu alter-ego Green Goblin) ao ver o notável genérico que transpira todo o avanço gráfico e visual do cinema americano(e não só) da actualidade. Quanto ao filme propriamente dito devo confessar que foi exactamente o que esperei durante todos estes anos. Excepção feita, claro está, às pequenas "traições" ao comic original, como o fato do Green Goblin (sem comentários) e outros casos pontuais como a aranha geneticamente transformada em vez da radioactiva, ou as teias(ai as teias...)naturalmente fabricadas pelo organismo de parker em vez de fabricadas por este e armazenadas em cartuchos especiais..mas erros estes,(quase)todos perdoáveis, visto encaixarem bem nos tempos que correm (não esqueçamos que o aracnídeo original datava de 1962), e também no tempo do filme, visto ser impossível reproduzir fielmente a complexidade do comic em apenas uma hora e picos. Algo que sempre cativou os fans do homem aranha foi precisamente a sua dimensão humana e grande consciência da sua condição no mundo. Esta dimensão humana foi muito bem explorada neste filme, o que lhe confere, quanto a mim uma maior beleza como filme, conseguindo ainda manter um equilíbrio com as vertiginosas cenas de acção, que não podiam estar ausentes, acompanhadas de estonteantes efeitos especiais que não caem no exagero barroco de outras produções mas estão na medida perfeita para o filme que é. Todo o filme roda á volta de Parker e toda a carga emocional por ele experienciada, podemos até dizer que todo o filme trata de emoções e sentimentos como o amor, a raiva e a saudade. Devo ainda destacar a magnífica prestação de Williem Dafoe como o esquizofrénico Norman Osborn, e também do promissor Tobey (Parker) Maguire. "Homem Aranha" tem tudo para agradar aos fans da bd (e das series animadas, dos videojogos, trading cards, figuras de acção...etc etc...) mas também para todos aqueles que nunca se interessaram pelas aventuras de Peter Parker, O Homem Aranha. Assim, "Spiderman", felizmente não "Human spider";P é uma grande produção pela qual valeu a pena esperar, aliás não é todos os dias que podemos ver o nosso herói em carne e osso a saltitar pelas labirínticas e magnanimas ruas e avenidas de New York, sem esquecer os escuros becos e edificios abandonados que caracterizam de igual modo os cenários tanto do comic de Stan Lee, como desta nova e espetacular adaptação cinematográfica. É realmente o "Amazing Spiderman" movie. Resta-nos esperar que a óbvia sequela e que esta seja tão boa como se espera , não esquecendo que "com grandes poderes (audiências) vêm grandes responsabilidades"!



        Título do filme Nome do crítico Cidade Data da Crítica
        Star Wars: Episódio II - O Ataque Dos Clones Daniel Pereira Ramada 10/02/2002

        Star Wars: Episódio II – O Ataque Dos Clones *** (3 estrelas - Razoável) N ão há amor como o primeiro, neste caso a primeira saga. Se, na minha opinião, e ao contrário de quase todas, o Episódio I funcionava razoavelmente bem como capitulo introdutório, este Episódio II desilude um pouco. Mas comecemos pelo positivo pois, para um fan, o filme proporciona várias peles de galinha. Os últimos 45 minutos são de cortar a respiração: um combate entre o exercito do Conde Dooku (um Christopher Lee em grande forma) e todo o conselho Jedi, onde os últimos empunham um após outro o seu sabre-luz. Para além disto, Yoda, juntamente com o Conde Dooku, tem a melhor cena de luta de todos os Star Wars até agora. Quem não se arrepiou ao ver Yoda lançar raios ao seu adversário e empunhar o seu sabre-luz, lutando como nenhum Jedi conseguira(á)? O filme é ainda acompanhado de uma maravilhosa banda sonora trabalhada pelo mítico John Williams e de uns efeitos visuais (talvez excessívos mas inevitáveis devido à nova era digital) de elevada qualidade. Mas apesar destes pontos que chegam para um seguidor ficar satisfeito fica a dúvida no que diz respeito à história: não podia ser de outra maneira? A transição entre uma república e uma ditadura devia ser explicada num segundo plano, o que não acontece aqui, tornando o filme demasiado político. Apesar da Princesa Leia e Han Solo introduz-se agora a primeira grande história de amor: entre Anakin (Hayden Christensen foi um erro de casting) e Amidala. É óbvio que Leia e Luke têm que nascer mas terão de provir de uma história tão lamechas e inconcebível para um Star Wars? Anakin não via Amidala desde os 9 anos e de repente está apaixonado. Muito forçado. Mas nada peca tanto como o objectivo principal desta segunda (primeira) saga que seria, supostamente, mostrar o percurso de Anakin Skywalker até se tornar Darth Vader. Como já referi, o Episódio I funcionava bem como introdução pois mostra-se o primeiro encontro de Anakin com a força e dá-se a saber que vai ser treinado por Obi-Wan Kenobi para ser um Jedi. Neste filme, apesar de existirem algumas referências ao que sabemos (episódios IV a VI), adianta-se, no entanto, muito pouco em relação à personagem de Anakin, que era o que todos esperavam. O jovem é irreverente em relação ao seu tutor, não controla os seus sentimentos por Amidala e vinga-se da morte da mãe (de quem se separa 10 anos antes sem muitos problemas). Nada mais. Não seria mais sensato desvendar mais um pouco da história do que guardar tudo para o Episódio III? O próximo filme tem a pressão de mostrar tudo (e é muito). O que poderá tornar o último filme do mito Star Wars uma obra-prima para os fans, pois será provavelmente um filme/clímax, torna também este Episódio II um pouco fraco só suportável e positivo para todos nós fans. Para: Os fans O melhor: De longe a luta entre Yoda e o Conde Dooku O pior: Hayden Christensen e o desenvolvimento mínimo da sua personagem



        Título do filme Nome do crítico Cidade Data da Crítica
        Storytelling - Conta-me Histórias João Pedro Machado Ermesinde 9/28/2002

        “STORYTELLING – CONTA-ME HISTÓRIAS”, de Todd Solondz CLASSIFICAÇÃO: ***** (Excelente) Que maravilhoso filme indie! Depois do brilhante e elaborado “Happiness – Felicidade”, Todd Solondz serve-se da abordagem experimental e de um argumento “em rascunho, sem limar arestas” para contar a(s) sua(s) mais recente(s) história(s), parecendo que se trata de uma pausa, antes de regressar a voos mais altos! Todos os realizadores fizessem filmes de transição tão bons como este...! Detentor de um estilo muito próprio, Todd Solondz é, mais uma vez, assumidamente provocante e incómodo, reflectindo acerca do politicamente correcto e criticando a hipocrisia, misturando a crueldade com o humor, numa combinação que quase nos faz sentir culpados por acharmos graça... o que, ao invés de me desagradar, me fascina! Que dizer mais? Adoro este filme e as suas imperfeições!



        Título do filme Nome do crítico Cidade Data da Crítica
        Storytelling - Conta-me Histórias Daniel Pereira Ramada 10/02/2002

        Conta-me Histórias Num brevíssimo espaço de tempo chega-nos às salas portuguesas o segundo filme a retratar uma América "poluída", onde os principais "poluídores" são os já conhecidos subúrbios. Depois de "Ghost World – Mundo Fantasma" de Terry Zwigoff surge agora "Conta-me Histórias" de Todd Solondz que nos faz lembrar o seu anterior "Felicidade". Os seus dois filmes funcionam como uma espécie de vingança à sociedade que o criou. Assim como "Ghost World" funciona, embora mais ligeiramente, para Zwigoff. Há, de facto, grande proximidade entre estes dois cineastas, baseando-se esta mesma no objectivo dos seus filmes: mostrar, de uma forma muito cruel e recorrendo a uma comédia muito negra, a América tal como ela é. No caso de Zwigoff, marcas autobiográficas estão presentes, pois este já afirmou publicamente que o personagem interpretado por Steve Buscemi tem muito a ver consigo, ou seja, de difícil integração num mundo dito normal. E da maneira que Solondz nos apresenta este "Conta-me Histórias" atrevemo-nos a dizer que também ele sentiu na pele os malefícios da sociedade americana. O seu filme é dividido em duas partes intituladas Fiction e Nonfiction (Ficção e Não-Ficção). A primeira parte conta-nos a história de uma adolescente que tem uma relação com um jovem com paralisia cerebral. Os dois são aspirantes a escritores e frequentam a aula de um professor negro com um prémio Pulitzer no currículo e habituado a levar as suas alunas para a cama. Esta curta-metragem é apenas uma tentativa (não nos cabe a nós dizer se conseguida ou não) de atingir a sociedade americana, referindo-se à geral falta de ética e pouco mais. A segunda história, de maior duração e interesse, é o retrato de uma família de subúrbio americana: pai e mãe; três filhos (o mais velho um rebelde, o do meio popular e o mais novo um pequeno génio) e não podemos esquecer a empregada hispânica. Aqui ficamos divididos. Existem, de facto, bons momentos como alguns gags muito bem conseguidos (uma hilariante conversa sobre a existência da família que chega a envolver o próprio Hitler) e, sem dúvida, Solondz transmite, e bem, aquilo que quer. No entanto, fica no ar uma sensação de que tudo é muito forçado e, de certa forma, repetitivo pois tudo roda em torno da única ideia: o "lixo" da sociedade americana. Será que ele não transmitiu já o seu ponto de vista em obras anteriores? Pensamos que sim. E é isto que nos deixa com um pé atrás em relação ao filme. Quando é o cinema independente americano que nos vai trazendo grande parte dos bons filmes daquele país, há que reflectir se estas "repetições" de Solondz são merecedoras de serem chamadas "bom cinema independente americano" como são rotuladas. É importante que se faça esta reflexão mas sem nunca esquecer que este filme não é mau.



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